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domingo, 6 de junho de 2010

Tuba Express: Aborto, Copa do Mundo e bancários com LER

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Uma em cada sete mulheres já abortou no Brasil 

Uma em cada sete brasileiras entre 18 e 39 anos já abortou no Brasil [esse número pode ser um pouco maior, já que muitas não revelam]. Cerca de 80% delas têm religião [a maioria, provavelmente, católicas, para desgosto do Papa], 64% são casadas e 81% são mães [filho demais hoje em dia é uma roubada]. Isso é o que mostra o primeiro levantamento direto sobre o aborto no país, feito pela Universidade de Brasília (UnB) em parceria com o Instituto de Bioética, Direitos Humanos e Gênero.

Foram entrevistadas 2.002 mulheres, das quais 15% declararam já ter abortado. De acordo com números do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), esse número representa 5,3 milhões de mulheres.
Eu já trabalhei com pesquisas desse gênero. As pessoas ficam inibidas para responder, mesmo que a resposta seja secreta, do tipo preencha e deposite numa urna.

Uma vez trabalhei com uma pesquisa que, em outras coisas, perguntava aos jovens se eles tinham o hábito de masturbar-se, se já haviam praticado. A maioria esmagadora respondeu que não, mesmo a pesquisa sendo secreta.

Fala sério!

África: algumas semanas de fama

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Todos os olhos estão voltados para o continente africano. Vai começar a Copa do Mundo 2010 na África do Sul. O continente mais pobre do planeta está em destaque na imprensa mundial. Porém, será por pouco tempo, mais precisamente o tempo que durar a Copa. Depois voltará a ser como era antes: só os gigantes do PIB, realmente, interessam.

Sindicalista do Seeb-MA denuncia preconceito contra portadores de LER

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Antes de ler a notícia a seguir é bom não esquecer do seguinte: para o capital você somente tem valor se estiver SÃO.

A secretária de Saúde e Segurança do Trabalho do Sindicato dos Bancários do Maranhão (Seeb-MA), Regina Sanches, denuncia que os bancários portados de LER (Lesão por Esforço Repetitivo) enfrentam duplo preconceito, dos empregadores e dos próprios colegas de trabalho. A doença atinge principalmente bancários, digitadores, bibliotecários e jornalistas [e viciados em blogs]. "Os bancários portadores de doenças profissionais são estigmatizados, perdem as funções gratificadas, são obrigados a realizar atividades monótonas e sem muita utilidade prático-profissional", conta a sindicalista. 

"O maior número de incapacitados ainda é provocado pela LER, uma média de oito a dez bancários por ano - só os que procuram o sindicato. No entanto, vários bancários, apesar de orientados pelo sindicato, preferem continuar trabalhando. Nos locais de trabalho os bancários portadores de doenças profissionais são estigmatizados, perdem as funções gratificadas, são obrigados a realizar atividades monótonas e sem muita utilidade prático-profissional. Os portadores de LER são rechaçados pelos próprios colegas de LERdos. O preconceito faz parte da estratégia maior do capital: que é a desmobilização desses trabalhadores na busca da garantia dos direitos sociais básicos, onde a saúde é o bem maior", afirma.

Leia a entrevista de Regina Sanches ao Jornal Pequeno, clicando aqui.

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