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quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

No cu da morte

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No filme “O Último Tango em Paris”, o personagem de Marlon Brando, Paul, pergunta a Jeanne, que revela estar amando:

- Você quer que este homem que ama proteja e cuide de você? Você quer que este guerreiro de ouro, viril e poderoso construa um forte onde você possa se esconder, para nunca mais ter medo nem se sentir sozinha ou vazia? É isso que você quer?

- Sim.

- Bem, você nunca o encontrará.
- Mas encontrei este homem!!

- Então, logo ele vai querer que você construa um forte para ele, com suas tetas, sua vagina, seu cabelo e seu sorriso e com o seu cheiro. Um lugar onde ele se sinta tão confortável e seguro para que você o adore diante do altar do próprio pinto.

- Mas encontrei este homem.

- Não. Você está sozinha. Totalmente sozinha e não poderá livrar-se desse sentimento de estar só, até encarar a morte na sua frente. Isto parece besteira, baboseira romântica, até que você esteja diante do cu da morte. Bem ali no cu. Até encontrar o ventre do medo. E então talvez... talvez, então, você conseguirá encontrá-lo.

Sexo não é tudo
 
No filme “Um romance muito perigoso”, o protagonista revela ao amigo que seu casamento anda mal, ele não sente mais prazer em fazer sexo com as esposa que ainda por cima está o traindo. Para piorar, está sofrendo de insônia e falta de atenção no trabalho.

O amigo, no velho estilo “sai dessa, cara!”, aconselhou uma “casa de massagens” onde havia belas garotas que faziam de tudo, tudo mesmo, o que ele quisesse (anal, oral, grupal, etc.). Não havia terapia mais eficaz.

Não satisfeito com o menu indicado pelo amigo, ele pergunta: “Tem alguma garota lá que pagando eu obtenho... compreensão?”.

2 comentários:

  1. É isso mesmo, no máximo formamos parceirias, mas muita gente acha que o outro será a solução total para seus problemas. É a saudade do ventre materno!

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