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terça-feira, 18 de agosto de 2009

Sarney pede igualdade


Senhoras e senhores, mais uma vítima da desiguladade, da impunidade e das arbitrariedades da justiça, levanta a sua voz. José Sarney, depois de muito negar que é responsável por diversos crimes políticos, agora clama por justiça e por igualdade. Ele se sente injustiçado diante das acusações de corrupção, e não acha certo que só ele seja punido.



Sarney declarou: "Se houve crime para mim, houve crime para todo mundo". Curioso o desejo do senador de ser tratado igualmente. Se eu for punido, todos também terão que ser punidos. Se eu deixei de declarar imposto devido e pagarei uma multa por isso, então todos que fizeram o mesmo também deveriam pagar a multa.


Lógico que ninguém espera que ele diga: "Apesar do mar (ele gosta de MAR) de corrupção em que nos encontramos submersos, eu reconheço que minhas condutas não estão de acordo com a ética governamental e abusei da autoridade do meu cargo, por isso, renuncio ao meu cargo de presidência e coloco-me à disposição da justiça para sofrer as sanções legais." Mas dizer que se ele tiver que pagar, todos também devem, isso é um descaramento tamanho vindo de alguém como ele.


Se for pra ele tirar o dele da reta, então que todo mundo pague, começando do mais velho. É bom que aqui no Maranhão um monte de propriedade e de ilha vai ficar à disposição... sabe-se lá de quem. Mas que não venha com essa de "quem não tiver nenhum pecado atire a primeira pedra"; " tem culpa eu, tem culpa todo mundo".

Um comentário:

  1. Quando quase todos têm culpa, é muito difícil punir todo mundo, alguém vai ter de servir de bode expiatório, pra dar exemplo. E aí damos partida para que mais gente seja punida e, enfim, termos a diminuição dos crimes. É assim que costuma acontecer. Não se pode é absolver todos porque todos têm culpa. Isso nunca!

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