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quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Por que o ENEM não possui a eficiência do Vestibular?

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O ENEM foi criado pelo MEC tendo como inspiração o SAT Reasoning Test (teste de raciocínio, numa tradução livre), exame americano nacional que é aplicado também no exterior. O SAT é usado pela maioria das universidades dos Estados Unidos como um dos critérios para o ingresso de estudantes. Já o ENEM avalia as habilidades dos candidatos, mas com um conteúdo mais aprofundado. São 200 questões, divididas em quatro grandes eixos (linguagens, matemática, ciências da natureza e ciências humanas), e uma redação.
Ao contrário do ENEM, desde a sua criação, o SAT nunca registrou nenhum problema considerável na confecção, aplicação e correção das provas e na divulgação dos resultados. Ou seja, o sistema americano sempre funcionou com eficiência. O mesmo não podemos dizer do ENEM. Depois que ele passou a ser adotado pelas universidades federais, sepultando o tradicional vestibular, passou a ser muito visado e alvo de interesses de escolas, principalmente, particulares, que fazem de tudo para terem seus nomes no topo do ranking, apesar de novas regras tentarem inibir a competição entre as escolas. Como tudo no Brasil, quando se tratam de vagas em instituições públicas, surgem as picaretagens dos brasileiros, que seguem a lei do menor esforço, o tal jeitinho brasileiro.

Leia o texto completo clicando em CONTINUE LENDO:

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Gurus da Administração: O Absurdo Exponencial

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Em tempos de crise econômica, ou melhor, de “crise”, pois na jogatina do mercado financeiro, uma crise representa uma meia dúzia que lucrou muito no mercado e o povão pagará a conta, sendo através das bolhas inflacionárias e desvalorização da moeda ou das transferências legais de dinheiro público à iniciativa privada com a justificativa de salvar empresas da bancarrota e evitar demissões em massa. Reiniciando: em tempos de crise sempre aparece um “especialista” em administração com soluções mágicas e teses absurdas sobre como enfrentar a crise, repletas de falso otimismo propagado por elucubrações de autores da linha autoajuda. Tudo para levantar a moral do sujeito e não deixar o capitalismo esmorecer na história.

Sabe-se que as crises do capitalismo são recorrentes, previsíveis e fazem parte do próprio processo de acumulação de capital deste modo de produção. As crises representam um estágio de acumulação máxima de capital ou de especulação financeira, com isso gerando implosão devido ao aumento da oferta e redução da procura. Para entender melhor esse processo, veja este link: http://www.culturabrasil.org/capitalismoemcrise.htm

Claro que você não verá um economista na televisão falar abertamente o que foi dito aqui, pois esconder este fato da maioria da população é necessário para evitar questionamentos profundos sobre o sistema dominante e pô-lo em xeque. Senão, seria o mesmo que uma religião incentivar os fiéis a fazer uma análise crítica da lógica por trás das regras seguidas e dos mecanismos que moldam a religião, fazendo com que a fé seja questionada.

Por isso, são necessários os gurus da administração e da economia, levantando a moral para uma nova rodada de acumulação de capital e especulação.

Porém, o que isso tem a ver com Matemática e a função exponencial?

Bem! Achei interessante o artigo intitulado “A matemática está sendo usada para explicar o que não devia”, escrito por Lucy Kellaway, colunista do "Financial Times", com artigos reproduzidos no jornal Valor Econômico. 

Ela comenta sobre o fato de muitos administradores, em tempos de crise, usarem a Matemática para dar uma aura de fato ao que geralmente é tapeação.

CLIQUE EM CONTINUE LENDO ABAIXO, para ler o artigo:

domingo, 9 de outubro de 2011

Rafinha Bastos: Nada de baby na churrascaria

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Fazer piada improvisada ao vivo na TV é complicado, pode-se ferir susceptibilidades e isso virar uma grande encrenca comercial. Foi o que ocorreu com Rafinha Bastos no programa CQC. Por isso, ele foi suspenso pela Band por tempo indeterminado. No dia 19 de setembro, quando Marcelo Tas mencionou que a cantora Wanessa Camargo estava uma gracinha grávida, Bastos replicou: "Eu comeria ela e o bebê". A declaração gerou muita repercussão. A frase causou indignação em muitas pessoas, entre elas Marcos Buaiz, marido da cantora, e Ronaldo, amigo e sócio dele na empresa "9ine". Dias atrás Rafinha publicou um vídeo fazendo piada com sua própria piada de mau gosto sobre Wanessa e o bebê:

Como nesse jogo há muito dinheiro rolando, anunciantes pesados do CQC e humoristas garotos-propagandas com contratos polpudos, arranhar a imagem não é nada legal economicamente. Eta mercado danado! Porém, cada lado agora vai querer lucrar com o episódio. E nós aqui fazendo propaganda deles sem ganhar nenhum tostão.

Hoje está muito difícil fazer piada na televisão, devido à cartilha do politicamente correto. Assistindo às esquetes de OsTrapalhões da década de 70 e 80, dá pra perceber como era mais livre fazer piadas sobre pessoas e comportamentos naquela época. A censura existia era pra piadas políticas e sobre governos, principalmente, contra a direita.

Quanto à piada de Rafinha Bastos sobre Wanessa Camargo, é óbvio que ele queria dizer que comeria a cantora grávida, claro, com o bebê dentro. De certa forma, foi até um elogio.

Pare entender o ocorrido:

http://www.estadao.com.br/noticias/arteelazer,rafinha-bastos-esta-suspenso-do-cqc-por-tempo-indeterminado-diz-band,780745,0.htm

domingo, 2 de outubro de 2011

Sarney reclama de Dinho Ouro Preto

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Deu no blog do Décio Sá:

O presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), foi vaiado por 100 mil pessoas no Rock in Rio, no dia 24, quando o cantor Dinho Ouro Preto, do Capital Inicial, lhe dedicou a canção “Que país é esse?”. Na quinta-feira, Sarney enviou uma carta ao artista reclamando do tratamento. Começou o texto dizendo que “entrou no Rock in Rio aos 80 anos”, que o festival se beneficiou dos incentivos à cultura criados por seu governo, arvora-se de defensor da liberdade de expressão e conclui com uma lembrança: foi ele quem promoveu o diplomata Afonso Ouro Preto, pai de Dinho, a embaixador.

Fonte: Revista Época

Tuba Diz: É assim que muitos políticos obsoletos pensam: que tudo deve funcionar através de uma troca de favores, com objetivos meramente pessoais. É a política baseada no clientelismo e no fisiologismo. E se alguém quebra isso, ainda é considerado um ingrato.

Quem não acompanhou o ocorrido, Dinho Ouro Preto, vocalista do grupo Capital Inicial, dedicou a música do Legiana Urbana, “Ques Paí é Este?”, ao senador José Sarney. Assista ao vídeo:

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Porrada nos Professores

Alexandre Garcia fez hoje, no Bom Dia Brasil, um excelente comentário sobre a situação da educação no Brasil e as péssimas condições de trabalho dos professores. O comentário foi motivado pelo episódio ocorrido ontem na Assembleia Legislativa do Ceará, em que os professores em greve foram agredidos pela tropa de choque. Assista ao vídeo do comentário de Alexandre Garcia e, na sequência, o da agressão aos professores em Fortaleza.

Agressão em Fortaleza

 
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